Pense num sonho, junte com algo ainda melhor que vá além da imaginação, está ai, é exatamente isso que você NÃO vai fazer agora. Sim! Agora é hora de construir a jangada, de repente até produzir com as próprias mãos cada madeira, lembrando que no final é necessário passar um verniz na frente e verso.
O mar sempre vai estar lá parado e a nos olhar, como quem convida ou instiga um desafio diário, e se você é do tipo Phelps, se arrisque a atravessar tudo, mas não me chame na hora do vendaval, só sei boiar, mas eu iria mesmo assim, com tudo que aprendi. Cabe a cada um de nós viver o hoje intensamente e fazer o que é preciso. Nem sempre vai dar pra desfrutar do bem bom, toda diversão e até algum possível trabalho. Se fazemos somente aquilo que gostamos, estamos fritos, ferrados, algemados…Essa é a real, ficamos presos a nós mesmos achando que toda felicidade momentânea ou do universo, está em concentrarmos nossos dons, trabalhos e resultados sobre o umbigo, ou seja, vivermos para nós mesmos. Um Cabeludo já dizia: ” Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço. Eu estou dizendo isso para que a minha ALEGRIA esteja em vocês, e a ALEGRIA de vocês seja COMPLETA. O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.” João 15:10-12
Enquanto olhamos com raiva pra todo tipo de situação/momento/pessoas que não gostamos e não queremos lidar, deixando de lado a oportunidade de CONHECER mais e receber essa ALEGRIA, continuamos no círculo vicioso que não dá em nada chamado: ‘ORGULHO-EU’.
Fica a dica e uma nova chance de fazer aquilo que NÃO gostamos para buscar somente uma coisa, o agrado do Dono da Jangada, porque cá entre nós, buscar agradar pessoas só rola frustração, DIRETO, constantemente. Depois de pronta, suba e começe a remar, mas vá na direção do VENTO, Ele sempre nos leva pro lado avesso ás nossas maluquices e pecados, na direção do AMOR-DIÁRIO e é claro, do SOL.



Muitas vezes não fazemos isso ou aquilo outro com medo de estragar a imagem, rachar o vidro. Parece que temos que deixar um legado direito, uma qualidade de ouro, como alguém quase perfeito. Eu digo que quanto mais deixarmos as pessoas nos conhecerem, melhor será. Saberão que sou do bem, mas que também chuto o balde, que grito, que não sou tão mansinho. Conhecerão o fulano(a).



